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domingo, 16 de junho de 2013

uma sugestão de Fabiana Cota para contribuir no blog
Olá meninas! Gostei muito do trabalho de vocês. Parabéns! Ficou muito legal.
Tenho uma ideia para vocês acrescentarem como atividade. No inicio do ano a diretoria mandou alguns textos para serem trabalhados com os alunos sobre números inteiros(história), nele constava algumas atividades desenvolvidas com método chinês, muito legal. Eles usavam palitos vermelhos para números negativos e pretos para números positivos e realizavam o cálculo. Exemplo: (-3)+(+5). 3 palitos vermelhos e 5 pretos. Palitos de cores diferentes se anulam. Logo ficam 2 palitos pretos (+2). Achei legal. Boa sorte com o trabalho de vocês.
Abraços
Fabiana
Plano de aula
O Surgimento dos Números Inteiros

A necessidade de contar e relacionar quantidades fez com que o homem desenvolvesse símbolos no intuito de expressar inúmeras situações. Diversos sistemas de numeração foram criados em todo o mundo no decorrer dos tempos, sendo os mais antigos originários do Egito, Suméria e Babilônia. Podemos também citar outros sistemas de numeração bastante conhecidos, como o Chinês, os Maias, o Grego, o Romano, o Indiano e o Arábico.
O homem criava situações interessantes na contagem de seus objetos, animais e etc., ao levar seu rebanho para a pastagem ele relacionava uma pedra a cada animal, no momento em que ele recolhia os animais fazia a relação inversa, no caso de sobrar alguma pedra poderia verificar a falta de algum animal.
Mas o homem buscava algo mais concreto, que representasse de uma forma mais simples.
O surgimento dos números naturais (0, 1, 2, 3, 4...) revolucionou o método de contagem, pois relacionava símbolos (números) a determinadas quantidades.

           Com o início do Renascimento surgiu a expansão comercial, que aumentou a circulação de dinheiro, obrigando os comerciantes a expressarem situações envolvendo lucros e prejuízos. A maneira que eles encontraram de resolver tais situações problemas consistia no uso dos símbolos + e –. Suponha que um comerciante tenha três sacas de arroz de 10 kg cada em seu armazém. Se ele vendesse 5 Kg de arroz, escreveria o número 5 acompanhado do sinal –; se ele comprasse 7 Kg de arroz, escreveria o numeral        7 acompanhado          do        sinal     +.

            Utilizando essa nova simbologia, os Matemáticos da época desenvolveram técnicas operatórias capazes de expressar qualquer situação envolvendo números positivos e negativos. Surgia um novo conjunto numérico representado pela letra Z (significa: Zahlen: número em alemão), sendo formado pelos números positivos (Naturais) e seus respectivos opostos, podendo ser escrito da seguinte forma:  Z = {...–3, –2, –1, 0, 1, 2, 3,...}.
No entanto, os chineses já conheciam os números negativos e tinham domínio de algumas de suas propriedades há aproximadamente três séculos A.C. Para realizar cálculos com os números positivos e negativos, os chineses utilizavam duas coleções de barras vermelhas e pretas. 
      As barras vermelhas indicavam os números positivos e as pretas, os números negativos. Entretanto, os chineses não aceitavam a ideia de um número negativo como solução de uma equação.
          Os símbolos "+" e "-" que conhecemos hoje foram introduzidos aproximadamente em 1489 por um professor alemão chamado Jonhann Widman (nascido por volta de 1460) em um livro de aritmética comercial. Nesse livro, o símbolo "+" representava excesso e o "-", deficiência, em medidas nos armazéns. Nesse caso, tais símbolos não tinham significados de adição e subtração de hoje, pois, até então, essas operações eram indicadas pelas letras p(de piu, "mais") e m(de meno,"menos").

         Em 1544, no livro Arithmetica integra o alemão Michel Stifel (cerca de 1490 – 1567) também contribuiu para difundir os símbolos "+" e "-" para representar números positivos e negativos. Nesse livro, considerado o mais importante de todas as álgebras alemãs do século XVI, stifel demonstra muito conhecimento acerca dos números negativos, mesmo referindo-se a eles como “números absurdos”.

Conteúdo: Números inteiros.
Justificativa: Conforme o currículo para o aluno criar uma concepção, construção de contagem e resolver problemas que envolvam as quatro operações básicas, para alcançar índices de avaliações externas e internas.
Objetivo: Inserir o aluno a sociedade para desenvolver sua autonomia contextualizar com a vida concreta. Através da leitura e reconhecimentos dos símbolos matemáticos e transformar a narrativa da matemática em linguagem matemática.
Estratégia: Narrar a historia dos números, apresentar a reta numérica, explanando a reta com os números de chamada os presentes são os positivos e os faltosos os negativos, solicitando uma pesquisa de estudo do extrato bancário juntamente com os pais explicando saldos positivos e negativos e trazendo apenas os relatos.
Recursos: Livro Didático, Caderno do aluno, Giz, Lousa, Material lúdico e Vídeo ( http://youtu.be/TF8W0B3Pai8 ) (http://youtu.be/O3bUHb9qxVI).
Avaliação:
*      Participação,
*      Comprometimento
*      Trabalhos de Pesquisa
*      Avaliação com questões abertas
*      Avaliação com questões objetivas.

Recuperação: Oferecida a todos os alunos com revisão de conteúdo de forma diferenciada (eles contam e discutem o que aprenderam e ensinam os colegas e o professor só faz a mediação) e assim realiza nova avaliação.

quarta-feira, 12 de junho de 2013



por* marcia 
Charadas - Textos matemáticos
Até na matemática, tudo é uma questão de interpretação... 

1)Um elevador pode levar ou 20 adultos ou 24 crianças. Se 15 adultos já estão no elevador, quantas crianças podem entrar?

2) Cinco marinheiros se colocam lado a lado para receber as ordens do comandante do navio. Tente nomeá-los, da esquerda para a direita, de acordo com as informações: Anderson está entre Jorge e Cláudio; Humberto está à esquerda de Cláudio; Jorge não está ao lado de Humberto; Humberto não está ao lado de Rafael. Obs.: Atenção! A sua esquerda não é a esquerda dos marinheiros.

3) Um homem, que pesa 100 quilos, e seus 2 filhos, um pesando 40 quilos e o outro pesando 60, precisam atravessar um rio. O único barco disponível só pode carregar até 100 quilos de cada vez. Como eles poderão chegar à outra margem?

4) Na época em que os bichos falavam, numa floresta viviam dona Onça e dona Hiena, comadres inseparáveis, com características peculiares. Dona Hiena mente as segundas, terças e quartas-feiras: dona Onça mente as quintas, sextas e sábados. Nos dias que não mentem, elas dizem a verdade.
Certa vez, num encontro, dona Hiena e dona Onça conversaram:
- Olá, dona Onça! Ontem eu menti - disse a dona Hiena.
- Olá, dona Hiena! Eu também menti ontem - retrucou dona Onça.
Em que dia aconteceu esse encontro?

5) Tenho o quádruplo da idade que você tem. Daqui a 4 anos terei o triplo da sua idade. Quais são as nossas idades?

6)Buscando água, uma rã caiu em um poço de 30 metros de profundidade. Na sua busca por sobrevivência, a obstinada rã conseguia subir 3 metros cada dia, sendo que a noite resbalava e descia 2 metros. Quantos dias a rã demorou para sair do poço?


Esses textos matemáticos (ou problemas matemáticos) são ótimos para que os alunos percebam que seja em qualquer disciplina, saber interpretar é uma necessidade básica.
Postado por Fátima Pereira às 11:37 


terça-feira, 11 de junho de 2013

por * Marcia
vEJA ESTE OUTRO TEXTO SOBRE EXPRESSÕES  NUMÉRICAS


O Visconde tossiu um pigarrinho, deu um gemido reumático e continuou:
—Vamos ver agora uma Igualdade bem complicada, cheia de Termos e Fatores, isto é, com todos os sinais aritméticos. Esta, por exemplo — e escreveu no rinoceronte:

4x3 +7x5-9x3=?


—Ché! — exclamou Emília fazendo focinho. — Essa conta vai
dar dor de cabeça. Tem até ponto de interrogação. Para que isso?
—O ponto de interrogação é perguntativo. Ele ali quer dizer:
Igual a quê? Tão simples.
—Pode ser simples — retorquiu a boneca —, mas a obrigação
de Vossa Excelência é explicar. Quem manda ser professor?
—Está bem, Emília — interveio Narizinho. — Pare com as
atrapalhações. Não seja tão curica.
Emília botou-lhe a língua e o Visconde prosseguiu:
—Muito bem. Vamos ver quem faz esta conta.
—Nada mais fácil — gritou Pedrinho. — É ir somando e diminuindo e multiplicando os números de acordo com os sinais.
Está enganado — contestou o Visconde. — Não é assim.
Existe uma regra para fazer essa conta.
—E qual é?
—Primeiro a gente faz todas as multiplicações indicadas pelos sinais. Faça.

LOBATO,Monteiro .Aritmética da Emilia.Editora Brasiliense/adaptação

AGORA RESPONDA 

1-Segundo o texto Pedrinho demonstrou não saber a regra para resolver a expressão  numérica. Retire do texto o trecho que comprova essa afirmação.

 2-Qual é a regra correta ensinada por visconde?
-Com as dicas dadas por Visconde resolva a expressão numérica apresentada no texto 
http://joanebracho.blogspot.com.br/2011/08/textos-matematicos-para-provas.html

domingo, 9 de junho de 2013

Na Antigüidade, as letras recebiam um valor numérico correspondente, daí o significado existente e decifrado em cada nome.

A Numerologia foi desenvolvida pelo matemático grego Pitágoras que relacionava cada número a um princípio universal, assim podendo proporcionar uma melhor compreensão do comportamento humano e do auto-conhecimento.

Descobrindo o significado do seu número pessoal (formado pela soma dos números equivalentes as letras que formam o seu nome), torna-se mais fácil realçar seus aspectos positivos e trabalhar para corrigir e/ou amenizar os aspectos negativos da sua personalidade.

A numerologia é o estudo do significado dos números e da influência deles no caráter e no destino das pessoas, podendo ajudar você a se conhecer melhor. Conhecendo suas potencialidades e suas fraquezas você terá muito mais facilidade para encontrar um equilíbrio, contribuindo para o seu sucesso e a sua realização nos mais diversos planos (amoroso, profissional,...).
álculo do seu número pessoal através do seu nome

É muito simples, vamos por partes:

1º) você digita o seu nome completo (com o nome que consta em sua documentação). Ex.: João da Silva

2º) o programa do Só Matemática verifica o valor numérico correspondente às letras do seu nome, de acordo com a tabela abaixo:

1 2 3 4 5 6 7 8 9
A B C D E F G H I
J K L M N O P Q R
S T U V W X Y Z 

Ex.: João da Silva
J = 1; O = 6; A = 1; O = 6
D = 1; A = 1
S = 1; I = 9; L = 3; V = 4; A = 1

3º) o programa soma os números correspondentes aos valores das letras.
Ex.: 1 + 6 + 1 + 6 + 1 + 1 + 1 + 9 + 3 + 4 + 1 = 34

4º) a soma é feita até que o número se reduza a um algarismo.
Ex.: 34 = 3 + 4 = 7

5º) o programa mostra o seu número pessoal (Ex: 7).

6º) o programa mostra o significado do seu número pessoal.

exemplos de atividades, colado da net
tio hercílio (MM)
Para muitos a Matemática é um problema
Mas não é bem assim
Aprendê-la vale a pena.
Observem que em tudo ela está presente
É nossa aliada
E faz bem pra toda gente.
Somar, subtrair
Quero aprender.
Multiplicar e dividir
Quero aprender.
Porcentagem e fração
Quero aprender
A Matemática é nossa amiga
Vamos todos conhecer.

Maria Sandra Andrade Santos

MARCIA

Leituras em nossa vida

Antes de entrar na escola não tinha muito contato com leituras, pois meus pais não tinha o habito de ler muito, trabalhavam demais e não tinham muito tempo. Mas já na escola, a minha professora de primário ao qual não me esqueço dela nunca, seu nome era Doralba, sempre fazia leituras de estórias infantis, leituras de músicas e tudo o que uma criança gostaria de ouvir. Nos anos seguintes, a escola em que estudava tinha como projeto a leitura de livros em cada bimestre para a avaliação dos alunos. Aquela coleção "vagalume" li inteira!!! Muitos por escolha da escola e o restante por vontade mesmo. Criei o hábito da leitura depois daí, adoro ler qualquer tipo de livro, ainda tenho o costume de ler o jornal impresso, não gosto muito de ler notícias pela internet, leio muitas revistas, bom resumindo ADORO LER! Já na questão da escrita, o momento que mais marcou minha vida, foi ter o prazer de conseguir que minha avó, analfabeta, conseguisse escrever o próprio nome, muitas vezes uma coisa tão simples para muito, mas para ela foi a melhor coisa que podia ter acontecido.Quando ela conseguiu escrever seu nome sozinha essas foram as suas palavras: " Agora não preciso mais sujar meu dedo com tinta todas as vezes que eu precisar assinar alguma coisa, agora já sei assinar meu próprio nome". Foi a melhor coisa que já ouvi em toda minha vida, e em saber que fui eu quem proporcionou isso a ela, foi ainda melhor. Hoje incentivo muito minha filha a ler, compro todos os livros que ela me pede sem dó. Na escola em que leciono, temos o projeto de leitura de textos na primeira aula, e já conseguimos despertar o interesse dos alunos na leitura, no dia em que não tem a leitura eles mesmos reclamam pedindo, isso é muito gratificante.


Sabrina

sábado, 8 de junho de 2013

Porém só na 5 série li o meu primeiro livro. o caso da Borboleta Artiria, era um livro cheio de aventura e drama, foi o único que marcou, o restante que era obrigatório ficou apenas na memória temporária, pois era muito cobrado com aqueles questionários e resumos imensos. muito chato.
Com o passar dos anos parti para leitura de livros que me interessaram.
Na faculdade li platão e gostei.
Hoje leio para as crianças, mas ainda não gosto desse tipo de literatura.

Marcia

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Na realidade a literatura portuguesa não faz parte do meu repertório eu não gosto de ler.
Prefiro leitura científica, medica,ou outras que são mais prática, mas isso não fez de mim uma pessoa menos eficiente pelo contrário.
No entanto eu prefiro filmes de romances escritos a partir de livros são menos cansativos, assim eu faço o reconto.

Marcia




O Menino e o Livro

Quando eu estava na escola minha professora leu este texto de Tatiana Belinsky, gostei muito, quero compartilhar com vocês.


       O que eu vou contar agora não é uma historia inventada. É uma coisa que aconteceu de verdade. E foi comigo mesmo, aqui em São Paulo alguns anos atrás. Leiam e me digam se não foi uma coisa bonita.
            Estava eu lá na Rua Barão de Itapetininga, no centro da cidade, mexendo nas estantes da Livraria Brasiliense (Eu não consigo passar por uma livraria sem entrar para fuçar no meio dos livros... A gente nunca sabe que surpresa vai encontrar entre as capas. Pode ser coisa de poesia, risada ou de susto, sei lá. Um livro é sempre uma aventura, vale a pena tentar!)
            Pois bem, estava eu ali, muito entretida, examinando os livros, quando de repente senti que alguém me puxava pela manga. Olhei para baixo e vi um menino – um garotinho de uns oito ou nove anos, magrelo, sujinho, de roupa esfarrapada e pé no chão.
            Uma dessas crianças que vivem largadas pelas ruas da cidade, pedindo esmola. Ou no melhor dos casos, vendendo agulhas ou coisas desse tipo. Eu já ia abrindo a bolsa para pegar uns trocados, quando o menino disse:
            - Escuta, Dona (Naquele tempo ninguém chamava a gente de tia; tia era só a irmã do pai ou mãe.)
            - O que é? Falei. O que você quer?
            - Eu... dona,me compra um livro? Disse ele, baixinho, meio com medo.
            Dizer que fiquei surpresa é pouco. O jeito do menino era de quem precisava de comida, de roupa, isso sim. Duvidei do que ouvira:
            - Você não prefere algum dinheiro? Perguntei.       
            - Não, dona, disse o garoto, olhando-me agora bem nos olhos. Eu queria um livro, me compra um livro?
            Meu coração começou a bater mais forte.
            - Escolha o livro que você quer, falei.
            As pessoas na livraria começaram a observar a cena,incrédulas e curiosas. O menino já estava junto à prateleira, procurando, examinando, ora um livro, ora outro, todo excitado. Um vendedor se aproximou, meio desconfiado, com cara de querer intervir.
            -Deixe o menino escolher um livro, falei. Eu pago.
            As pessoas em volta me olharam admiradas. Onde já se viu alguém comprar um livro para um molequinho maltrapilho daqueles?
            Pois vou lhes contar, foi exatamente o que se viu naquela tarde, naquela livraria. O menino acabou se decidindo por um livro de aventuras, não me lembro qual. Mas me lembro bem da minha emoção, quando lhe entreguei o volume e vi seus olhinhos brilhando ao me dizer um rápido “obrigado, dona”, antes de sair na disparada, abraçando o livro apertado ao peito.
            Quanto aos meus próprios olhos, estes se embaçaram estranhamente, quando pensei comigo:
            Tanta criança rica não sabe o que se perde, não lendo – e este menino pobre ( que certamente não era um pobre menino) sabe o valor que tem essa maravilha que se chama livro!
Isto aconteceu há vários anos. Bem que eu gostaria de saber o que foi feito daquele menino...

Maria Rosa